
O aeródromo de Feijó concentrou o maior número de operações, com 449 voos. Em seguida aparecem Tarauacá (196), Marechal Thaumaturgo (134) e Jordão (123). Também foram registrados 82 voos em Santa Rosa, 51 em Porto Walter, 22 em Manoel Urbano e 4 em Xapuri. As operações incluem deslocamento de pacientes, transporte de equipes de saúde, envio de insumos e atendimento a demandas administrativas e logísticas nos municípios de difícil acesso.
“Estamos falando de 1.061 voos em apenas um mês. Isso significa paciente sendo removido, médico chegando ao interior e suprimento não ficando parado. No Acre, a aviação sustenta o atendimento onde a estrada nem sempre alcança. Manter essa operação ativa é garantir a presença do Estado nos municípios mais isolados”, afirmou o governador Gladson Camelí.

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, destacou que os dados refletem a necessidade da aviação regional no Acre. “Quando a gente olha para 1.061 voos em um único mês, estamos falando de uma operação que não pode parar. O TFD não espera, o paciente não espera. Manter esses aeródromos funcionando é garantir que o interior não fique desconectado do atendimento que precisa”, destacou Sula Ximenes.

O desempenho do mês mantém a média operacional observada nos últimos anos. Em 2025, foram contabilizados 11.906 voos, frente a 9.162 em 2024 e 7.123 em 2023, totalizando 28.191 operações acumuladas desde 2023. Os dados reforçam o papel dos aeródromos como estruturas estratégicas para garantir mobilidade, integração regional e suporte às ações de saúde no interior do estado.



