O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) anunciou oficialmente a interdição total da ponte sobre o rio Caeté, localizada no km 120 da rodovia BR-364, a partir da próxima sexta-feira. A medida administrativa e operacional é considerada indispensável para viabilizar o início das obras de recuperação estrutural e manutenção preventiva da antiga cabeceira da pista, que vinha apresentando sinais de desgaste severo devido ao fluxo constante de veículos pesados. Para evitar o isolamento das regiões conectadas pela rodovia federal e mitigar os impactos logísticos no fluxo rodoviário do estado, o órgão técnico providenciou a instalação de uma estrutura metálica provisória paralela, que absorverá integralmente o tráfego local de caminhões, ônibus e automóveis de passeio enquanto durarem as intervenções na engenharia da pista original.
A operação de transição para a variante provisória exigirá atenção redobrada por parte dos condutores que trafegam pelo trecho interiorano, visto que a estrutura metálica impõe restrições específicas de velocidade e tonelagem máxima permitida para garantir a segurança viária dos usuários. Engenheiros do Dnit explicaram que a sinalização vertical e horizontal no entorno da ponte do rio Caeté será amplamente reforçada nas primeiras horas da interdição, contando com o suporte operacional de equipes de fiscalização e barreiras físicas para orientar o fluxo de veículos. A previsão inicial das autoridades é de que o bloqueio parcial da via se estenda pelas próximas semanas, dependendo diretamente das condições climáticas da região para o cumprimento rigoroso do cronograma de concretagem estabelecido pela empresa contratada.
O término das intervenções estruturais na ponte original e a consequente desativação da estrutura metálica de suporte estão condicionados à emissão de laudos técnicos definitivos que comprovem a total estabilidade e a segurança da nova pista de concreto. O Dnit reforça que a manutenção programada faz parte de um plano macro de investimentos na infraestrutura rodoviária regional, visando eliminar pontos críticos de vulnerabilidade antes do início do período de chuvas intensas na Amazônia. Até que a ordem de liberação total ocorra, o tráfego continuará operando sob o regime de desvio monitorado pelas autoridades de trânsito competentes.
Por: Victor Bastos




