De acordo com Juliana Andrade, nutricionista do Metrópoles, o consumo excessivo de açúcar — e não de gordura — é o principal fator de risco para a gordura no fígado, condição que atinge um em cada três brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde.
Receba no seu email as notícias de Fitness&Nutrição
Frequência de envio: Duas vezes na semana
“Sabe-se que o excesso de frutose industrializada e carboidratos refinados é um dos maiores responsáveis pelo acúmulo de gordura no fígado, principalmente quando associado ao sedentarismo e ao sobrepeso”, diz.
Por ser silenciosa, a doença, na maioria dos casos, só é descoberta em exames de rotina.
“Se não tratada, pode evoluir para quadros graves como hepatite gordurosa, cirrose e até câncer hepático”, comenta.
Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles Vida & Estilo
8 imagens1 de 8
O bem-estar é fundamental para uma vida plena e satisfatória
Getty Images2 de 8
Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais
Getty Images3 de 8
Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Getty Images4 de 8
Praticar atividade física é essencial
Getty Images5 de 8
Os exercícios ajudam as pessoas a viver de forma mais equilibrada, saudável e feliz
Getty Images6 de 8
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono
Getty Images7 de 8
Pessoas com bem-estar emocional tendem a desenvolver relações interpessoais mais satisfatórias
Getty Images8 de 8
Uma alimentação saudável, rica em nutrientes e equilibrada, fornece ao corpo os elementos necessários para um funcionamento adequado
Getty Images
Abaixo, ela revela o que deve ser evitado por quem deseja uma dieta mais saudável:
- Refrigerantes e sucos artificiais
- Produtos de padaria com farinha branca (pães, bolos, biscoitos)
- Doces em geral
- Alimentos ultraprocessados ricos em xarope de milho ou açúcar invertido
O que ajuda a prevenir a gordura no fígado?
Por outro lado, ingerir frutas, legumes e verduras; bem como carnes magras e peixes, protegem o órgão e ajudam a prevenir a doença.
Vale também considerar grãos integrais e oleaginosas na alimentação, e não esquecer de praticar atividades físicas com regularidade.
“A esteatose hepática é reversível — mas a chave está na mudança de hábitos, especialmente na redução do açúcar. O acompanhamento com nutricionista e hepatologista é essencial para orientar um plano alimentar eficaz e monitorar a função hepática ao longo do tempo”, encerra a especialista.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Rebeca Oliveira.




