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Ex-genro de Ana Maria Braga desabafa por falta trabalho: "Sem provas"

Por Fábia Oliveira

Pouco mais de um mês após se separar da esposa, Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, Badarik González desabafou sobre a falta que sente dos filhos, a dificuldade de conseguir trabalho e afirmou que não há “provas claras” das acusações que sofreu.

“Ana Lúcia, desculpa por este desabafo. Talvez você nem me veja em pessoa, e talvez por isso eu esteja respondendo desta forma. Eu estava trabalhando como autônomo, dando aulas, fazendo encomendas de doces e também como cozinheiro”, começou.

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Em seguida, o colombiano contou que foi despedido do emprego anterior: “Consegui um trabalho no bairro Demétria, mas, como muitas vezes acontece em uma sociedade que julga pelas aparências e tira conclusões sem perguntar diretamente ou investigar, as coisas acabaram se complicando. Os clientes diminuíram e, por diversos motivos, os donos foram obrigados a me dispensar”, recordou.

Desabafo

Na gravação, Badarik González desabafou: “Não quero viver à sombra daqueles que se escondem atrás da intolerância, que culpam os outros pela própria incapacidade de perdoar ou de aceitar que, muitas vezes, a raiva está em quem a sente e não necessariamente naquele que supostamente a provocou“, apontou.

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Badarik González e Mariana Maffeis.

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Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis

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Badarik González e Ana Maria Braga.

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Badarik González, ex-genro de Ana Maria Braga

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Badarik González após a prisão

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Badarik González, ex-genro de Ana Maria

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Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis

Logo depois, ele afirmou que não há provas contra ele: “Desculpa novamente pelo desabafo. Mas respondo justamente àqueles que enxergam apenas aparências, BOs ou medidas, sem investigação, sem ouvir os envolvidos e sem provas claras”, disse.

Sem ver os filhos

Ainda na publicação, ele falou que não tem contato com os filhos: “E, enquanto isso, já se passou mais um mês sem ter você por perto ou, pelo menos, sem receber uma ligação dos seus filhos. Eu não desejo essa dor a ninguém – seja mãe, pai, avó, tio ou qualquer pessoa que ame alguém“, apontou, antes de completar:

“Dói. Mas seguiremos fortes. Nos últimos meses, tantas pessoas perderam tudo, e eu só posso agradecer a Deus por ainda ter saúde, fé e a oportunidade de seguir um dia de cada vez. Com saudade, mas também com esperança”, encerrou.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Fábia Oliveira.