O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
Com a medida, Fachin dá andamento à análise do caso antes de tomar uma decisão definitiva sobre a permanência de Andrei no cargo.
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Diretor-geral da PF Andrei Rodrigues
Igo Estrela/Metrópoles
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Diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
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Andrei Rodrigues é diretor-geral da PF desde 2023
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diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues
O afastamento havia sido determinado pelo ministro André Mendonça em 8 de setembro.
Na mesma decisão, Mendonça também mandou afastar o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. As duas medidas foram tomadas em meio à controvérsia envolvendo relatórios de inteligência produzidos pela corporação.
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No dia seguinte, a pedido do próprio Andrei, o ministro Flávio Dino decidiu reintegrar o diretor-geral ao cargo.
Ainda em 9 de setembro, Fachin suspendeu todas as decisões que tratavam do afastamento de Andrei e de Almada. Com isso, os dois permaneceram nos cargos enquanto o caso é analisado pelo Supremo.
Agora, ao pedir a manifestação da PGR, Fachin avança na tramitação. O parecer do órgão deve subsidiar a decisão final do ministro sobre o futuro de Andrei Rodrigues à frente da PF.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Álvaro Luiz.




