Por Edinaldo Gomes
O juiz baseou sua decisão em exames psiquiátricos que atestam problemas mentais no autor, considerando-o inimputável, ou seja, trata-se de pessoa que será isenta de pena em razão de doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado que, ao tempo da ação ou omissão, não era capaz de entender o caráter ilícito do fato por ele praticado ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.
Para ele, mediante sua soltura da prisão, foi imposta medida de segurança consistente e tratamento ambulatorial psiquiátrico por pelo menos três anos.
Ao tomar conhecimento de sua liberdade, Gercileuda Vieira de Araújo, que é sua irmã, demonstrou certa revolta e usou seu perfil nas redes sociais para pedir ajuda. “Estou indignada com isso. Como é que nós iremos cuidar de uma pessoa dessas? Eu mesmo já fui agredida por ele. Venho pedir ajuda à justiça para que alguma coisa seja feita”, comentou.
Diva Vieira de Araújo, 75 anos, e Durval Batista de Araújo, 78 anos, pais de “Téo”, foram mortos a facadas.






