O Flamengo e o Corinthians mantêm suas posições de destaque no ranking das maiores torcidas do Brasil, com uma ampla vantagem sobre os demais clubes. São Paulo, Palmeiras e Vasco completam o quinteto com o maior número de torcedores, com o Palmeiras reduzindo a diferença para o São Paulo. Estes dados são confirmados pela última pesquisa AtlasIntel, realizada em parceria com o Estadão.
Top 15 e a presença do Nordeste
No Top 15 das maiores torcidas, há uma pequena variação percentual entre o 10º e o 13º lugar. Botafogo e Internacional possuem 2,9% de preferência, enquanto Bahia e Fluminense têm 2,8%. Os clubes Cruzeiro, Grêmio e Atlético-MG ocupam a sexta, sétima e oitava posição, respectivamente, com o Cruzeiro apresentando uma redução de 6,1% para 5,4%, o Grêmio mantendo 4,6% e o Atlético-MG caindo de 4,3% para 4%.
O Bahia, anteriormente na nona posição, agora figura em 12º lugar, mantendo-se como a maior torcida do Nordeste. O Top 15 inclui ainda o Sport-PE com 1,8% e o Fortaleza com 1,7%. O Ceará, rival do Fortaleza, aparece na 16ª posição, com 0,1% a menos na pesquisa.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa AtlasIntel utiliza um método conhecido como Recrutamento Digital Randômico (RDR), que coleta dados durante a navegação rotineira na internet, seja em smartphones, tablets ou computadores. Esse método visa garantir amostras robustas e representativas da população alvo, que são principalmente pessoas interessadas em futebol.
Entre as vantagens do método estão a redução de vieses e a eliminação do impacto psicológico das respostas, pois os participantes respondem de forma anônima e sem receio de julgamento. O AtlasIntel também destaca a ampliação do número de municípios consultados, que saltou de 128 na pesquisa Ipec de 2022 para 1.341 na pesquisa mais recente.
Perfil dos entrevistados
Para assegurar a representatividade nacional, a amostra da Atlas é pós-estratificada usando um algoritmo que considera variáveis como sexo, faixa etária, nível educacional, renda, região e comportamento eleitoral anterior. Assim, os resultados refletem com precisão o perfil da população adulta do Brasil, incluindo aqueles com acesso mais limitado à tecnologia.





