“A mim parece que esta é uma questão política diplomática”, limitou-se a declarar a jornalistas após abertura do evento Esfera Fórum Saúde.
O pedido de entrada de representantes dos Estados Unidos (EUA) foi protocolado no Consulado em Washington em 20 de julho. A delegação seria composta por Riley M. Barnes, secretário de Estado adjunto para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL) do Departamento de Estado norte-americano, e Samuel D. Samson, subsecretário adjunto do DRL.
Reportagem do The Washington Post revelou que a missão dos observadores da gestão de Donald Trump tinha a intenção de lançar dúvidas sobre o processo eleitoral brasileiro.
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A missão ocorre na esteira das falas de Flávio quanto às urnas eletrônicas. Em reunião com diplomatas, em julho, o senador eleito pelo Rio de Janeiro questionou a efetividade do sistema. As informações já foram desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em anos anteriores.
Flávio afirmou que as urnas eletrônicas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic, supostamente envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012, conforme relatório da Agência Central de Inteligência (CIA), dos Estados Unidos.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Evellyn Paola.




