Se teve um mérito evidente na cobertura da Copa do Mundo, foi a decisão da Globo de ir além dos 90 minutos. Enquanto acompanhava a competição nos Estados Unidos, Canadá e México, a emissora também investiu em histórias curiosas, personagens improváveis e reportagens capazes de mostrar como o futebol mobiliza diferentes culturas ao redor do planeta.
O resultado desse esforço apareceu em matérias sobre a paixão de Bangladesh pela Seleção Brasileira, o pai do goleiro Vozinha entrevistado por acaso antes de um jogo, as curiosidades sobre Cabo Verde, além de personagens e histórias que ganharam repercussão muito além do noticiário esportivo.
As boas histórias, mais uma vez, provaram que continuam sendo um dos maiores patrimônios do jornalismo esportivo.




