Henri Castelli, ator e modelo, comentou, em entrevista concedida ao portal LeoDias, com a repórter Mônica Apor, sobre o acidente durante a encenação de “A Paixão de Cristo”, em Lindóia (SP), no final de abril. Convidado do desfile de lançamento da coleção outono/inverno da Havan, em Brusque (SC), o artista relembrou o incidente que acabou colocando fogo no figurino da peça. Ele interpretou Jesus Cristo no espetáculo pela 16ª vez.
Apesar da gravidade da situação, o artista demonstrou muita tranquilidade: “São efeitos pirotécnicos que são todos controlados. Foi um incidente que foi resolvido. Tinha a Brigada Militar ali para prestar apoio. Não teve nenhum problema!”, iniciou, antes de brincar: “Ficou até mais bonito, inclusive. Fez parte do show!”.
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“Foi logo controlado. Eu mesmo, calmamente, tirei. Eu tinha mais quatro túnicas por baixo, ali aconteceu uma fagulha que pegou num tecido e aí aconteceu… Eu desci, agradeci o público e, no outro dia, inclusive, eu estava fazendo a ‘Paixão de Cristo’ em outra cidade. A gente estava na região de Serra Negra, em São Paulo, que é considerado o Circuito das Águas. E foi um sucesso”, continuou Henri.
O ator ainda falou sobre a oportunidade de voltar a trabalhar na obra: “Eu produzi e dirigi o espetáculo. Fiz Jesus pela 16ª vez. Um momento muito importante para mim. É um espetáculo que mexe muito comigo e com todos os atores que fazem ‘A Paixão de Cristo’, conhecidos nacionalmente, eu sou o que mais fez”.
“É uma história que mexe comigo, que tem uma importância muito grande. Não houve, em nenhum momento desses 16 anos, em que eu não tenha saído chorando. A gente não fala de religião, a gente fala de Deus. Eu já vi pessoas de outras religiões sentadas na plateia, aplaudindo e se emocionando, entendendo o que é o amor, a comunhão e o estender a mão ao próximo, e que a palavra tem que ser levada adiante por alguém”.




