Na quinta-feira, 16 de maio, o Tribunal de Justiça do Acre condenou Derival Gomes de Oliveira a 13 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio triplamente qualificado. O promotor de Justiça Lucas Nonato atuou no júri, garantindo a condenação do acusado.
Na noite do crime, a polícia foi acionada após receber uma denúncia de violência doméstica. Uma equipe foi enviada ao local e, ao chegar à residência, chamou pela vítima. Ela respondeu pedindo socorro e informou que o suspeito estava tentando fugir. Os policiais rapidamente fizeram um cerco e conseguiram capturar Derival ainda em posse da arma utilizada no crime.
Na sentença, a Justiça aceitou a argumentação do MPAC de que o crime foi cometido por motivo torpe, utilizando um meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A ação foi classificada como violência doméstica e familiar, cometida contra a mulher devido à sua condição de sexo feminino.





