
De acordo com as investigações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), o crime ocorreu em 2022. A vítima procurou o estúdio após ser atraída por uma suposta oferta de tatuagem gratuita. Durante o atendimento, o homem se aproveitou da situação para cometer o abuso. Mais tarde, ele compartilhou as imagens em redes sociais e grupos de mensagens.
A condenação é vista como um passo importante no combate à impunidade e à violação dos direitos de crianças e adolescentes no Acre.




