A Justiça de São Paulo negou, nesta terça-feira (19/8), o pedido feito pelos advogados de Hytalo Santos e de seu marido, Israel Nata Vicente. A solicitação buscava transferi-los do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na capital paulista, para a II Penitenciária de Tremembé, conhecida por abrigar nomes famosos como o ex-jogador Robinho e o empresário Thiago Brennand. A mudança seria provisória, até que o casal fosse enviado a um presídio na Paraíba.
A defesa de Hytalo Santos e do marido solicitou à Justiça a transferência urgente do casal de influenciadores de São Paulo para um presídio na Paraíba. O pedido foi parcialmente aceito pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, responsável pelo caso.
Leia Também
Famosos
Depois de protagonizar polêmica com Kimberlly, Biancardi faz post com filhas de Neymar
Famosos
MC Daniel explica ausência em festa do filho Rás: “Jamais vou negar estar próximo dele”
Saúde
Vera Viel comemora resultado de nova biópsia e confirma remissão do câncer
Famosos
Lorena Maria enfrenta drama com saúde debilitada de seu cachorro; saiba o motivo
De acordo com a decisão, o magistrado autorizou o recambiamento dos dois para um estabelecimento prisional paraibano, seguindo as normas da Resolução 404/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A Justiça paulista já comunicou as autoridades da Paraíba para providenciar a mudança com urgência.
Apesar da autorização, o juiz negou o pedido da defesa para que Hytalo e Euro aguardassem a transferência na Penitenciária II de Tremembé. No despacho, o magistrado destacou que “não cabe ao preso escolher o local em que pretende permanecer recluso”, cabendo ao Poder Público decidir conforme critérios de segurança e organização do sistema prisional.
Atualmente, os influenciadores estão no Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Pinheiros, após terem sido transferidos da cadeia pública de Carapicuíba na última segunda-feira (18/8). Eles foram presos na sexta-feira (15/8) por ordem da Justiça da Paraíba e são investigados pelo Ministério Público da Paraíba (MP-PB) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por suspeita de envolvimento de menores em vídeos para redes sociais e possíveis crimes relacionados ao tráfico de pessoas.
A decisão também estipula que o Departamento de Custódia e Escolta Penitenciária (DCEP) de São Paulo seja comunicado e informe sobre os trâmites da transferência no prazo de cinco dias.




