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Isabel Fillardis sobre maternidade atípica: "Mudou minha trajetória"

Por Fábia Oliveira
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Isabel Fillardis abriu o coração ao falar sobre os desafios da maternidade atípica. Em entrevista ao JP Entretê, a atriz e cantora contou que a chegada de Jamal, hoje com 23 anos, transformou completamente sua vida e revelou que os outros dois filhos também enfrentam questões relacionadas à saúde.

Mãe de Analuz, de 25 anos, Jamal, de 23, e Kalel, de 12, Isabel explicou que foi o nascimento do filho do meio que marcou sua trajetória como mãe atípica. “Minha filha mais velha tem 25 anos, mas eu me tornei mãe atípica com o nascimento do Jamal”, disse ela.

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A artista fez questão de destacar a personalidade do rapaz e a forma como ele se comunica com as pessoas. “Meu filho é um ser de luz. Aquele menino não fala, mas fala. É impressionante a capacidade que ele tem de tocar as pessoas”, falou.

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Isabel Fillardis

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Isabel Fillardis e os três filhos

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Na véspera de São Jorge, Isabel Fillardis recebe famosos em show

Reginaldo Teixeira/Divulgação4 de 4

Isabel Fillardis

Professora da Faculdade de Medicina. Médica engajada nas questões da saúde pública, será a responsável por salvar a vida de Gabriela, ao socorrê-la na festa

RecordTV/Reprodução

Durante a entrevista, Isabel Fillardis também revelou que os outros dois filhos enfrentam desafios. Segundo ela, Kalel foi diagnosticado com TDAH e está sendo investigado para uma possível comorbidade com o transtorno do espectro autista (TEA). Já Analuz faz acompanhamento para tratar ansiedade e segue em investigação clínica.

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Ao relembrar o nascimento de Jamal, a atriz explicou que a gestação transcorreu normalmente e que nenhum problema havia sido identificado antes do parto. O diagnóstico da síndrome de West só veio meses depois.

“A síndrome de West só aparece nos primeiros meses de vida, por volta do quarto ou quinto mês, quando começam as crises convulsivas ou pequenos espasmos”, falou a atriz.

Ela explicou que a condição neurológica rara pode comprometer o desenvolvimento da criança caso não seja identificada e tratada rapidamente.

“Ela é bem severa, porque, se você não entende, não consegue descobrir, não consegue minimizar ou até mesmo cessar essas crises, as crianças… algumas vão a óbito, outras não conseguem ter uma qualidade de vida tão bacana. Enfim, são muitas as possibilidades, positivas e não positivas”.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Fábia Oliveira.