O bilionário Jeff Bezos está próximo de se tornar um dos novos investidores do Liverpool. Segundo o jornal britânico Sky Sports, um consórcio liderado pelo empresário Amit Bhatia, que também conta com o fundador da Amazon e Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, negocia a compra de uma participação de 30% no clube inglês.
A operação pode ser anunciada ainda nesta semana. A Fenway Sports Group (FSG), controladora do Liverpool desde 2010, prepara um comunicado sobre a negociação, que ainda pode ser concluída nos próximos dias. Caso o acordo seja confirmado, o grupo de investidores passará a deter aproximadamente um terço dos Reds.
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do Metrópoles
6 imagens1 de 6Soobum Im – FIFA/FIFA via Getty Images2 de 6David Ryder/Getty Images3 de 6Getty Images4 de 6Shaun Brooks – CameraSport via Getty Images5 de 6Reprodução/ Instagram @liverpoolfc6 de 6Reprodução/ X @LFC
A participação de Bezos chama atenção pelo tamanho de sua fortuna. Segundo a Forbes, o fundador da Amazon possui patrimônio estimado em mais de US$ 280 bilhões. Saverin, por sua vez, tem fortuna avaliada em mais de US$ 32 bilhões.
O clube
O negócio não representa, inicialmente, uma mudança no controle do Liverpool. A FSG continuará como acionista majoritária do clube, mas a chegada de um grupo com alguns dos investidores mais ricos do mundo pode aumentar as expectativas de uma futura tentativa de aquisição total da equipe inglesa.
Em julho, a FSG confirmou que havia recebido uma manifestação de interesse do grupo liderado por Bhatia para realizar um investimento estratégico minoritário no Liverpool. Na ocasião, a empresa afirmou que analisaria a proposta.
O Liverpool foi comprado pela FSG em 2010 por cerca de 300 milhões de libras (aproximadamente R$ 2,1 bilhões), em um período de dificuldades financeiras. Desde então, o clube passou por forte valorização e conquistou títulos importantes, incluindo a Premier League e a Champions League.
A última mudança relevante na composição do Liverpool ocorreu em 2023, quando a Dynasty Equity adquiriu uma pequena participação no clube, em uma operação que avaliou os Reds em mais de US$ 4,5 bilhões (R$ 22,9 bilhões).
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Pedro Santana.




