A transferência foi solicitada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Acre e autorizada pela Justiça Federal.
Esuilson Pereira Gomes foi condenado em abril deste ano a mais de 280 anos de prisão. A sentença foi o desfecho de nove processos judiciais após sua extradição da Bolívia, onde estava detido e foi entregue às autoridades brasileiras no final de 2023.
Segundo o MP-AC, em dois dos processos, o detento foi identificado como o executor direto de homicídios ocorridos em 2018, antes de sua prisão no país vizinho.
Nos outros sete processos em que foi condenado, ficou evidenciado que Esuilson Pereira Gomes continuava liderando a organização criminosa mesmo estando detido no presídio boliviano. Ele era responsável por dar ordens, fornecer logística e armamento para a execução de membros de facções rivais.




