Guilherme da Silva Lima, conhecido como “Maníaco do Horto”, foi oficialmente acusado após a Justiça do Acre aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A decisão, proferida pela juíza Isabela Sacramento, da 1ª Vara Criminal de Rio Branco, concede à defesa um prazo de 10 dias para se manifestar.
Apesar da gravidade das acusações, Guilherme foi liberado durante a audiência de custódia, decisão que gerou indignação na comunidade e entre grupos de defesa dos direitos das mulheres.
Diante da repercussão, o MPAC recorreu e a Justiça decretou a prisão preventiva do acusado. Vinte e dois dias após o ocorrido, a denúncia foi aceita formalmente. Em sua decisão, a juíza Isabela Sacramento afirmou haver “justa causa para a ação penal, com indícios claros da materialidade do crime e da autoria”.




