Uma pesquisa eleitoral divulgada sobre a disputa por vagas na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) apresenta situações bem diferentes para dois nomes conhecidos da política acreana: Marcus Alexandre aparece entre os primeiros colocados, enquanto Gilberto Lira ocupa a última posição entre os 24 nomes exibidos no levantamento.
De acordo com o quadro divulgado, Marcus Alexandre registra 3,9% das intenções de voto e aparece em quarto lugar, atrás apenas de Nicolau Júnior, com 7,1%; Fagner Calegário, com 5,2%; e Manoel Moraes, com 4,4%.
Gilberto Lira fecha lista com 1,8%
Na outra ponta está o atual deputado estadual Gilberto Lira, que também já exerceu o cargo de vice-prefeito de Sena Madureira.
No levantamento apresentado, Lira aparece na 24ª e última posição da relação, com 1,8% das intenções de voto.
O número chama atenção especialmente porque o parlamentar disputa a permanência na Aleac carregando a vantagem natural da exposição proporcionada por um mandato em exercício. Ainda assim, nesta fotografia da corrida eleitoral, aparece atrás de outros deputados, ex-parlamentares e candidatos que buscam chegar à Assembleia.
A distância para o líder Nicolau Júnior é de 5,3 pontos percentuais. Já Marcus Alexandre registra mais que o dobro do percentual atribuído a Gilberto Lira: 3,9% contra 1,8%.
Vale destacar, porém, que estar em 24º lugar nessa relação não significa automaticamente que Gilberto Lira esteja fora da disputa por uma cadeira. A eleição para deputado estadual utiliza o sistema proporcional, no qual também pesam a votação dos partidos/federações e os cálculos do quociente eleitoral.
Além disso, pesquisas representam apenas uma fotografia do momento e não uma previsão definitiva do resultado das urnas.
Pesquisa ouviu eleitores em todo o Acre
Conforme as informações exibidas no material divulgado, o levantamento ouviu 3.876 pessoas, entre os dias 20 e 26 de agosto, abrangendo 70 bairros do Acre e teve registro no TRE sob o número TRE 3486623/AC. A peça informa ainda 5.876 ligações realizadas, além de 16,7% de brancos/nulos e 10,2% que não souberam ou não responderam.





