
“O que ele quer fazer é criar uma milícia na Amazônia. A ambição do governo Bolsonaro é ter controle militar ou paramilitar na Amazônia para implementar as políticas nefastas”, disse Marina.
Como exemplos dessa política “nefasta”, a ambientalista citou a realização de projetos em favor da mineração e o avanço da pecuária extensiva. “O governo está do lado dos contraventores, dos que fazem grilagem em terra política”, afirmou.
“A única coisa que ele [Bolsonaro] pôde levar foi um trabalho que foi feito anterior a ele [referindo aos governos do PT] e que, agora, desde que assumiu, ele não para de destruir (…) Ele chega e desmonta tudo isso, tanto do ponto de vista da própria governança como de recursos orçamentários como também do ponto de vista das mensagens que passa de desconstrução da política ambiental”, disse.



