Há pouco mais de duas semanas do primeiro turno das eleições de 2026, as despesas dos principais candidatos ao governo de São Paulo se concentram em propagandas eleitorais, consultoria de marketing para campanhas, despesas com advogados e transporte. Neste ano, na disputa ao cargo de governador, o limite estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de R$ 26.683.209,24.
Candidato à reeleição, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) já acumula quase R$ 23 milhões de gastos já contratados. Destes, R$ 12,2 milhões são despesas efetivamente pagas pela campanha.
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Principal adversário de Tarcísio, Fernando Haddad (PT) tem R$ 12 milhões em despesas contratadas para a campanha dele ao governo de São Paulo. Mais de R$ 10 milhões já foram pagas.
O principal gasto foi com programas de rádio, tv e vídeo. Ao todo, R$ 7,9 milhões (64,3% das despesas) foram destinados para a produção das peças exibidas em diversos veículos de comunicação. A segunda maior despesa de Haddad foi com serviços advocatícios: R$ 1,8 milhão.
A campanha do petista também investiu em impulsionamento de conteúdos nas redes sociais, com R$ 1,3 milhão em 17 lançamentos. Ex-ministro de Lula, Haddad também gastou R$ 300 mil com segurança e prevenção, repressão e combate à violência política.
O petista já recebeu R$ 16 milhões do fundo partidário e outros R$ 15 mil em doações de pessoas físicas.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Alessandra Ferreira.




