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Master: BRB comenta queda de sigilo e diz ser "vítima de atos criminosos"

Por Samara Schwingel
Arte/Metrópoles

O Banco de Brasília (BRB) afirmou que a quebra de sigilo das investigações  sobre as fraudes financeiras do Banco Master, de Daniel Vorcaro, “é uma oportunidade para todos conhecerem o que aconteceu com a instituição”. Em nota divulgada neste domingo (13/9), o BRB ainda disse que foi “vítima de atos criminosos”. 

O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou, na última semana, o sigilo dos autos envolvendo o Master.

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Na nota, o BRB afirmou que a atual administração “promoveu a renovação integral de sua diretoria executiva e adotou medidas de fortalecimento dos controles internos e da governança, incluindo a contratação do escritório Machado e Meyer com suporte técnico da Kroll para realização de auditoria forense independente para apuração dos fatos relacionados às operações investigadas”.

Segundo o banco, os achados da auditoria foram encaminhados às autoridades competentes, incluindo Polícia Federal, Ministério Público Federal, Banco Central, CVM e instâncias do Poder Judiciário, para as providências cabíveis.

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“O trabalho conduzido no âmbito do BRB colaborou significativamente para as conclusões da PF no Inquérito em curso, culminando na abertura de nova frente de investigação sobre gestão fraudulenta no Banco, praticada pelos antigos gestores”, completou.

O BRB reforçou que adota medidas administrativas, extrajudiciais e judiciais para resguardar o banco e “buscar a responsabilização de envolvidos, sempre em colaboração com os órgãos de fiscalização e controle”.

“Em razão das apurações ainda em curso e do compromisso de colaboração com as autoridades responsáveis, o BRB não comenta  casos ou pessoas específicas. O banco seguirá adotando todas as medidas cabíveis para a proteção de seu patrimônio, o ressarcimento de eventuais prejuízos e o aprimoramento contínuo de sua estrutura de governança e controles“, acrescentou.

A PF deflagrou a Operação Compliance Zero, em novembro de 2025, para apurar a compra de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito do Master supostamente falsas.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Samara Schwingel.