O britânico Rhys Hibbert, de 48 anos, tinha um tumor benigno de 11 milímetros localizado na hipófise, uma glândula que fica na base do crânio. O aglomerado de células estava perto das artérias carótidas, que são importantes para a irrigação do cérebro, e dos nervos ópticos. Com o crescimento do tumor, Rhys perdeu parte da visão periférica.
Receba no seu email as notícias de Ciência&Saúde
Frequência de envio: Semanal
IA funciona como ajudante na cirurgia
Os cirurgiões consideraram as informações para tomar decisões mais seguras. A IA foi treinada com centenas de vídeos de cirurgias para aprender a reconhecer estruturas e atualizava os dados em tempo real.
Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles Saúde e Ciência
O objetivo da equipe é desenvolver uma espécie de “ChatGPT para cirurgias”. A ferramenta ajudaria com informações importantes para ajudar o médico a seguir o melhor caminho, mas pode ser ignorada caso o profissional considere que o conteúdo está errado.
A cirurgia foi um sucesso: assim que abriu os olhos, Rhys já percebeu a recuperação parcial da visão. Ao longo das semanas seguintes, melhorou cada vez mais.
Os pesquisadores esperam continuar desenvolvendo a tecnologia para que ela se torne cada vez mais precisa.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Juliana Contaifer.




