Para fortalecer o combate às arboviroses no Acre, especialmente diante do aumento dos casos de dengue, o Ministério da Saúde anunciou a criação do Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) para Dengue e outras Arboviroses. Essa iniciativa visa ampliar o monitoramento e orientar medidas de vigilância epidemiológica, laboratorial, assistencial e de controle de vetores.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, apresentaram o Plano de Ação 2024/2025, que está estruturado em seis eixos principais:
- Prevenção e vigilância;
- Organização da rede assistencial, com capacitação de profissionais para diagnóstico e tratamento;
- Mobilização comunitária, considerando que 75% dos focos do mosquito transmissor estão em residências;
- Abastecimento de inseticidas, garantido em 100% dos estados;
- Distribuição de testes rápidos, com mais de 3 milhões já enviados para detecção de arboviroses;
- Vacinação contra a dengue, com 9,5 milhões de doses adquiridas para 2025, das quais 5,5 milhões já foram distribuídas.
Prioridade: eliminação de criadouros
Apesar dos avanços, a principal estratégia de controle continua sendo a eliminação dos focos do mosquito. O Ministério da Saúde reforça a importância da colaboração da população ao receber Agentes de Combate a Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, responsáveis por identificar e eliminar possíveis criadouros.
Essas medidas integram uma resposta coordenada com estados, municípios e instituições parceiras, buscando reduzir os impactos das arboviroses no Brasil.




