Nesta segunda-feira, 11 de setembro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o acesso à defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro a um depoimento prestado pelo tenente-coronel Mauro Cid. A decisão, mantida em sigilo, foi divulgada pela GloboNews, e está relacionada à investigação sobre um suposto esquema de desvio de joias recebidas pelo governo do ex-capitão.
Entretanto, a negativa em relação ao depoimento do tenente-coronel Mauro Cid está diretamente ligada à colaboração premiada que o militar firmou com a Polícia Federal. A delação de Mauro Cid foi homologada por Moraes no último sábado, 9 de setembro.
Os detalhes específicos do conteúdo da delação premiada de Mauro Cid permanecem sob sigilo, mas a decisão do ministro de negar o acesso a esse depoimento representa um novo capítulo em uma investigação que tem gerado ampla cobertura midiática e que continua a atrair a atenção do público e da classe política no Brasil. A negativa de acesso pode ter implicações significativas no curso das investigações em andamento relacionadas ao suposto esquema de desvio de joias.





