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Aldeany Sousa Nora, nora da paciente, conta que ela foi encaminhada para um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após a segunda parada cardiorrespiratória.
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do Metrópoles
“Quando chegamos ao hospital, falaram para a gente que ela estava estável. Depois, quando conseguimos entrar para visitar, vimos que ela estava na ala vermelha, entubada e desacordada. Foi quando o médico explicou que o estado dela era grave e que precisava de uma UTI”, relata Aldeany.
A nora afirma que os familiares não receberam explicações sobre o que teria provocado as paradas cardíacas e questiona as circunstâncias do atendimento. A única anomalia que a família consegue apontar é um inchaço na barriga após saída da clínica particular.
“Até agora, ninguém explicou para a gente o que aconteceu. Ela tem apenas histórico de hipertensão, mas estava fazendo exames de rotina. Quando ela saiu da clínica, estava com a barriga muito inchada. Algo aconteceu durante esse procedimento para ela ter ficado desse jeito”, afirma.
Diante da falta de informações sobre o caso, a família passou a questionar a possibilidade de erro médico. Uma ocorrência foi registrada na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que apura as circunstâncias do atendimento.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Fernanda Cavalcante.




