Na noite de quinta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a soltura do coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor direto do ex-presidente Jair Bolsonaro e investigado por sua suposta participação em uma trama golpista.
De acordo com relatórios da PF, Câmara monitorou Alexandre de Moraes como parte do planejamento para a prisão do ministro, uma etapa do suposto plano golpista. O coronel também teria atuado em estreita colaboração com Bolsonaro, conforme registros do documento policial.
A decisão de Moraes em liberar Câmara atendeu ao parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que argumentou que o grupo criminoso investigado já foi desmantelado e que a soltura do coronel não representa uma ameaça às investigações em curso.
A Agência Brasil busca contato com a defesa de Câmara, que sempre negou sua participação em qualquer trama golpista.
Em uma investigação paralela sobre os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, Moraes também determinou a soltura do coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, o último integrante da antiga cúpula da PMDF que estava detido. Ele foi acusado pela PGR de omissão durante os ataques à sede dos Três Poderes, ocorridos na mesma data.
Via Agência Brasil.





