O motociclista Renan Felipe Bezerra da Silva, que teve a perna arrancada durante uma batida com um carro próximo ao Cemitério São João Batista, em Rio Branco, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do pronto-socorro. Segundo a mulher dele, Rafaela Lira, o marido apresenta complicações nos rins e a equipe médica cogita fazer hemodiálise caso os órgãos não voltem a funcionar direito.
Renan da Silva teve a perna esquerda arrancada na hora pelo carro, sofreu uma laceração no braço esquerdo e quebrou a bacia. O passageiro foi jogado em cima de um canteiro de obras próximo do local. A reportagem não conseguiu contato com a família e nem descobrir o estado de saúde dele.
Contato com a família
Ainda segundo Rafaela, a família do motorista fez contato com ela nesta quinta-feira (3). Uma irmã de Caio Henrique Poersch conversou com a mulher, após saber da complicação nos rins do motociclista. A família pediu para um especialista analisar o paciente.
“Ofereceu ajuda e ficou sabendo dos problemas nos rins e que estava encaminhando um especialista para ver o que está acontecendo. Não deixaram ele entrar, e iampedir autorização do hospital”, complementou.
A família segue ainda a campanha de arrecadação de recursos para ajudar nas despesas da internação de Renan. “Graças a Deus as pessoas têm doado bastante, tem dado certo e, se Deus quiser, vai dar tudo certo”, concliu.
Motorista não foi ouvido
O delegado responsável pelas investigações do acidente, Gustavo Neves, confirmou que o advogado do empresário Caio Henrique Poersch foi até a Delegacia do Tucumã nessa quarta (2) e prometeu apresentar o cliente quando for solicitado pela Polícia Civil.
“As investigações já estão em curso, a equipe policial está pegando as filmagens disponibilizadas nos veículos de imprensa e outras de câmeras de segurança daquela área comercial e começamos a dar os primeiros passos nas investigações para saber os motivos de ter havido o acidente com os três veículos envolvidos”, relatou.
O delegado confirmou que ainda não conseguiu identificar todos os envolvidos na batida. Ele destacou também as causas do acidente devem ser esclarecidas com o depoimento do empresário.
“Temos suspeitos, mas não conseguimos identificar todos que estavam no veículo. Trata de um crime de lesão corporal culposo, a princípio. Temos o fato e falta saber o motivo que levou a acontecer. É a procura desse motivo que estamos, se a metros antes o motorista do veículo foi obrigado a desviar de alguma coisa”, finalizou.
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Por: G1 – Acre.




