O Ministério Público decidiu não dar prosseguimento à acusação apresentada por Leonardo Esteves e Gil Esteves, que haviam levantado questionamentos sobre operações realizadas na conta bancária do artista após sua morte. As informações foram divulgadas pela coluna Gente, da Revista Veja nessa quinta-feira (27/8).
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O que aconteceu
Os herdeiros procuraram a Delegacia de Defraudações do Rio de Janeiro para pedir a apuração de transferências que, somadas, chegam a R$ 345 mil.
Conforme informações da publicação, R$ 300 mil desse montante teriam sido movimentados justamente em 22 de novembro de 2022, data em que Erasmo morreu, aos 81 anos.
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do Metrópoles
A quantia teria sido destinada a uma conta vinculada a Fernanda. De acordo com os filhos do cantor, a operação ocorreu quando o pai ainda estava internado no hospital.
Eles também sustentaram que os recursos pertenciam à conta de Erasmo e, com o falecimento, deveriam passar a fazer parte do espólio.
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MP rejeitou acusação
Na avaliação apresentada pelos herdeiros, qualquer movimentação desses valores precisaria observar as regras do inventário, já que o patrimônio deixado pelo artista estaria submetido aos procedimentos sucessórios.
O Ministério Público, porém, entendeu que a representação não apresentou informações capazes de justificar a abertura de uma investigação criminal contra Fernanda Esteves.
O órgão também apontou que a iniciativa dos filhos carregaria uma abordagem misógina em relação à viúva.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Fábia Oliveira.




