Uma lei aprovada por 15 dos 17 vereadores de Rio Branco, na última terça-feira (11), deverá ser questionada judicialmente pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A decisão dos vereadores deverá ser avaliada pela 2ª Promotoria Especializada de Defesa do Patrimônio Público e Fiscalização das Fundações e Entidades de Interesse Social, cuja promotora é Aretuza Almeida.
A lei aprovada prevê um aumento de 17% nos salários dos vereadores, além de um aumento na verba de gabinete de R$ 38 mil para R$ 50 mil e a criação de 77 cargos comissionados na Prefeitura. O mesmo percentual do aumento salarial dos vereadores, de acordo com a lei aprovada, passaria a valer também para os subsídios do prefeito, da vice-prefeita e secretários municipais.
A aprovação da lei está sendo questionada nas redes sociais e em todos os demais setores da sociedade local. O aumento acontece em um momento delicado para a população de Rio Branco, que enfrenta problemas no retorno às suas casas após mais de 20 dias de enchente na cidade.




