O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil público para apurar a adequação de documentos, formulários, sistemas de informações e bancos de dados pelos órgãos do poder público, de modo a contemplar, no campo filiação, a possibilidade de registro de informações e dados pessoais por famílias homoafetivas e transafetivas.
“Apresenta-se, portanto, um quadro de múltiplas violações a direitos fundamentais: violações aos direitos das famílias homoafetivas e transafetivas, ainda insuficientemente reconhecidos em razão de entraves registrais descabidos; e violações aos direitos de seus filhos, estigmatizados por campos de preenchimento de dados (‘pai’ e ‘mãe’)”, reforça o procurador.
Como providências iniciais para levantar dados no âmbito do inquérito, foram encaminhados ofícios com pedidos de informações sobre o assunto à Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e ao Ministério das Relações Exteriores – Itamaraty.
Via Assessoria de Comunicação MPF/AC




