
Entre as detentas que participaram do encontro, A. L. aprovou a iniciativa, ela conta que tem sonho de abrir um ateliê de roupas de crochê e o conhecimento sobre empreendedorismo vai ajudar: “Tá sendo maravilhoso, eu estou muito feliz de poder estar tendo essa oportunidade de vir aqui, ser instruída, para eu realmente pôr em prática isso quando eu sair e mudar verdadeiramente de vida. Então, tudo que eu estou aprendendo aqui hoje sobre empreendedorismo, vou levar pra vida em nome de Jesus”.

A analista do Sebrae, Julci Ferreira, é gestora do projeto Sebrae Delas, responsável pela ação, ela explica que este é o primeiro ano que as mulheres privadas de liberdade participam, e que a instituição está feliz com a vinda, pois a intenção do encontro é passar conhecimento para essas mulheres: “A ideia é justamente trabalhar essas mulheres que estão em situação de vulnerabilidade, mulheres que estão passando por algumas outras situações e que, de repente, o mundo pode dizer não. Então, utilizar o empreendedorismo como uma alternativa significa dizer que o mercado de trabalho pode dizer não, mas ela sozinha vai poder se reerguer, vai poder trabalhar em algo que ela aprendeu”, destacou.





