Candidato do PDT à presidência da República foi recebido por mais de 300 empresários do setor industrial na capital paulista.
A respeito da atuação do Congresso Nacional em apoiar pautas do presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-governador do Ceará afirmou que o parlamento brasileiro é “caso de polícia”: “O [Arthur] Lira, presidente da Câmara, e o Rodrigo [Pacheco], meu amigo presidente do Senado, trazem os colegas perto e começam. Agora na véspera de fechar o prazo eleitoral abriram uma sala secreta para distribuir o Orçamento Secreto. Aí o deputado diz: ‘Eu quero fazer uma escola na minha cidade’. Aí o cara bota lá quanto que custa a escola e bota 500 mil pro cara fazer uma escola no lugar dele. Ele não tem a obrigação de botar que pediu, nem qual foi a escola e nem aonde, por isso secreto. Portanto, se roubarem metade ou não fizerem a escola e botarem tudo no bolso o Tribunal de Contas não vai saber. Isso foi legalizado no Brasil!”.
Questionado sobre os outros concorrente ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes falou sobre um possível apoio do MDB com o PT e defendeu Simone Tebet, que tem sido criticada por grandes nomes de seu partido: “Não defendo a Simone como modelo de governança política, mas porque ela parece ser uma pessoa decente e diferente do Lula e do Bolsonaro, que não me parecem serem pessoas decentes vendo o que eu estou vendo. A minha denúncia não tem nada a ver com a vida da Simone Tebet, que é uma ilustre adversária, embora amiga, a minha denúncia é contra o comportamento antidemocrático do Lula”.





