
A poluição decorrente das queimadas amazônicas, durante o período de estiagem, traz diversos dados a saúde das pessoas, e um efeito perverso ao meio ambiente, afetando a fauna e a flora de maneira avassaladora. A cultura de atear fogo em quintais, terrenos baldios e em áreas de terra tem saldo negativo todos os anos, de julho até outubro.
Focos de queimadas no Estado
Até o dia 25 de setembro, o Acre teve 5.965 focos de queimadas, sendo 612 em Rio Branco, o que corresponde a 10,3% de todo o estado, conforme dados do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A análise demostra que este já é o segundo pior desempenho do estado, para o mês, desde 1998, ficando atrás apenas do ano de 2008, quando foram registrados 6.092 focos em todo o mês.



