No ano de 2022, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), uma organização não governamental (ONG) ligada à política acreana Marina Silva, que atualmente ocupa o cargo de Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, recebeu um total de R$ 35 milhões provenientes do Fundo Amazônia. Desses recursos, aproximadamente R$ 24 milhões foram utilizados em despesas relacionadas a consultorias, viagens e a folha de pagamento, conforme revelado por documentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs.
Neste contexto, a CPI das ONGs planeja uma visita ao Acre, onde membros da comissão, liderados pelo senador Marcio Bittar, têm uma série de agendas marcadas no Alto Acre. A principal pauta da visita é a realização de conversas com os moradores da Reserva Extrativista Chico Mendes, e o grupo tem planos de viajar para a região para conhecer o local no dia seguinte à sua chegada.
O Fundo Amazônia foi inicialmente proposto pelo governo brasileiro durante a Conferência Mundial do Clima, COP-12, em 2006. O objetivo principal deste programa é obter contribuições voluntárias, ou seja, doações, para apoiar a prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, bem como a conservação e o uso sustentável da Amazônia Legal.




