
Na acusação apresentada ao Tribunal Superior de Londres, Mitch Winehouse afirma que as acusadas enviaram “vários itens de propriedade pessoal de Amy durante sua vida” para dois leilões, realizados em 2021 e 2023. Segundo a alegação, Parry e Gourlay teriam colocado os itens à venda “em seus próprios nomes e em seu próprio benefício”, efetivamente “convertendo” a propriedade da falecida artista para seu uso pessoal.

