A chef Helena Rizzo estreou como jurada do “MasterChef” em 2021, na Band, substituindo Paola Carosella, mas sempre com uma assinatura muito própria.
E logo se deu bem com os antigos, Erick Jacquin e Henrique Fogaça, assim como foi das mais tranquilas a sua aceitação por parte do público.
Como você avalia a presença dos realities ou programas de culinária na TV?
HR – Mesmo quem não cozinha gosta de ver receitas sendo preparadas. Tanto que os programas de culinária existem há muitas décadas e nunca deixaram de existir. Depois, com a chegada dos realities, os conteúdos mudaram um pouco e acabaram atraindo audiências maiores, porque envolve o jogo, a competição, provas mais ambiciosas. Acho que é um movimento irreversível e que, de alguma forma, aproxima todo mundo do universo da alimentação.
Pretende ter um voo solo algum dia, comandar seu próprio programa de culinária na TV?
HR – Não sou muito de ficar planejando. Uma boa parte das coisas na minha vida foi acontecendo como resultado do meu trabalho como cozinheira e da minha dedicação. Seria, claro, um acontecimento lindo.
Como se divide entre a vida de empresária e a de profissional de TV?
HR – É bem puxado, porque agora não é só mais o Maní. O Grupo cresceu, temos o Manioca, a Padoca e a Casa Manioca. Mas, como estamos há 20 anos neste caminho, temos uma equipe bem estruturada. E conto com uma sócia (Giovana Baggio) que é minha grande parceira e está à frente das questões do dia a dia. Isso dá muita tranquilidade, para que eu possa me dedicar mais à cozinha junto de uma equipe muito parceira, que me enche de alegria.



