O Progressistas, conhecido como PP, partido comandado por Arthur Lira (AL), presidente da Câmara, e o senador Ciro Nogueira (PI), ex-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, encontrou uma maneira engenhosa de apoiar o governo Lula: formar uma federação com o Avante e o União-Brasil, que já dizem apoiar.
Cargos do tipo: as presidências da Codevasp (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste) e do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas). Bivar justifica, e seus possíveis sócios assinam embaixo:
“Com qualquer órgão nacional desses, fica mais fácil convencer os deputados a apoiarem o governo”.
Se apoiarem de fato, e se o governo chegar ao fim com chances de eleger o sucessor de Lula ou de reeleger o próprio Lula, seguirão apoiando. Se não, apoiarão quem possa derrotar o PT. O Brasil não tem partidos. Segundo o sociólogo Antônio Lavareda, o que tem são empreendedores – 513 na Câmara e 81 no Senado.
Por Metrópoles




