A crise interna no Partido Social Democrático (PSD) continua a se intensificar, apesar do pedido de desculpas público feito pelo deputado estadual Pablo Bregense na tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira. A iniciativa do parlamentar, que se desculpou pela declaração polêmica de apoio ao senador Márcio Bittar (União Brasil) nas eleições de 2026, não foi suficiente para apaziguar os ânimos dentro do partido.
Petecão também destacou que, temporariamente, o partido ficará sem liderança na Aleac, e que o deputado Eduardo Ribeiro, cotado por alguns para substituir Bregense, não será nomeado para o cargo. “Até nova decisão, a liderança do PSD na Assembleia Legislativa ficará vaga. A decisão será tomada em conjunto com a direção estadual e nacional do partido”, ressaltou Petecão.
A destituição de Bregense da liderança do PSD na Aleac e a ausência de um substituto imediato criam um vácuo de poder dentro da bancada do partido na Assembleia. A decisão de Petecão reflete a determinação da liderança em manter a disciplina interna e enviar uma mensagem clara sobre as consequências de ações consideradas desleais.
Até o momento, o deputado Pablo Bregense não fez novas declarações após seu pedido de desculpas. A reação dos outros membros do partido e os desdobramentos dessa situação serão observados de perto nas próximas semanas, com a expectativa de que a direção nacional do PSD também se pronuncie oficialmente sobre o caso.




