Uma pesquisa recente do Instituto Reuters, trouxe à tona um fenômeno preocupante no consumo de notícias no Brasil e no mundo. Segundo o estudo, 47% das pessoas entrevistadas, declaram que não lê ou assiste a notícias às vezes ou frequentemente em seu dia a dia.
Além disso, há uma queixa generalizada sobre a falta de histórias que possam trazer otimismo e esperança, um indicativo de que o público anseia por narrativas mais positivas e construtivas.
No que diz respeito ao consumo de notícias pagas, os dados mostram pouco crescimento. Apenas 17% dos entrevistados afirmaram ter pago por qualquer notícia online em 2023.
Quando se trata das plataformas utilizadas para o consumo de notícias, o YouTube se destaca como a principal ferramenta, sendo a escolha de 31% dos entrevistados, especialmente entre os mais jovens. O WhatsApp também mantém uma presença significativa, utilizado por 21% dos participantes, enquanto o TikTok, com 13%, ultrapassou o Twitter, agora rebatizado de X, que foi citado por 10% dos entrevistados.
Fonte: SBT news.




