Com experimentos em campo e laboratório, cientistas do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) investigam a variação das emissões de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. Essa substância, proveniente principalmente do solo de áreas alagadas, contribui para o efeito estufa e a destruição da camada de ozônio.
Gabriela Cugler, doutoranda da UFF, destaca a falta de informações sobre as emissões naturais de N2O pelas florestas. O orientador da pesquisa, Alex Enrich Prast, ressalta que as atividades humanas, como agricultura e uso de fertilizantes, aumentam as emissões do gás, impactando o equilíbrio natural. “É importante monitorar as emissões naturais”, afirma.
O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 e permanece por mais tempo na atmosfera, intensificando os efeitos das mudanças climáticas.
via Agência Brasil.





