Operação da Polícia Federal (PF) mira um grupo de WhatsApp composto por comandantes de batalhões e um assessor parlamentar do Exército. O relatório preliminar da PF, baseado na análise dos celulares apreendidos do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, revela conversas no grupo que oscilam entre resignação e propostas de golpe contra a eleição de Lula.
O coronel Marcio Nunes de Resende Junior, que atualmente trabalha no Estado-Maior do Exército, defende abertamente um golpe militar contra a democracia. Ele afirma que, se Bolsonaro acionar o artigo 142 da Constituição, as tropas não seriam contidas pelos generais. Outros militares do grupo também expressaram opiniões semelhantes.
Por Brasil 247




