A gestão de Jorge Viana como diretor da Agência de Promoção de Exportações (Apex) está novamente sob intensa análise e questionamentos após a circulação de uma carta anônima, endereçada a todos os funcionários da agência, trazendo duras críticas à diretoria-executiva, em especial a Viana e ao diretor de Gestão Corporativa, Floriano Pesaro.
A carta anônima faz referência a essa controvérsia, afirmando que o ano começou com intervenção estatal no estatuto da agência para permitir a ascensão de um político, fluentemente versado em “companheirês”, à presidência de um órgão com projeção internacional.
Além disso, a mensagem busca gerar constrangimento ao mencionar supostos xingamentos proferidos por Jorge Viana ao vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, durante reuniões com os funcionários. O detalhe crucial é que Alckmin é o ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (Mdic), pasta à qual a Apex está subordinada.
Diante das alegações presentes na carta, a Apex se vê envolvida em uma crise de confiança, tanto internamente quanto perante a opinião pública. A transparência e a integridade da gestão da agência agora estão sob escrutínio, exigindo respostas claras e rápidas por parte dos dirigentes.
A reportagem buscou contato com a Apex e os envolvidos para esclarecimentos, mas até o momento, não obteve resposta. A sociedade aguarda por informações adicionais que possam lançar luz sobre as alegações e oferecer transparência sobre a condução da Apex sob a liderança de Jorge Viana.
Com informações do O Palaciano





