Na segunda-feira (18), a Polícia Federal realizou a prisão de um policial militar da reserva conhecido como “Botelho”, sob suspeita de integrar uma milícia armada que promove invasões de terras em Tomé-Açú, no nordeste do Pará. A investigação está em curso e é mantida em sigilo pelas autoridades.
Os suspeitos, incluindo “Botelho”, são acusados de ameaçar indígenas, escoltar cargas roubadas de dendê e participar das invasões.
A prisão de “Botelho” ocorreu durante a segunda fase da operação Guaicuru, que também resultou na prisão de duas lideranças indígenas em janeiro: Paratê e Marques Tembé. A PF esclareceu que a prisão do policial reformado foi solicitada logo após a primeira fase da operação.
A Polícia Federal informou que “Botelho” é investigado por suspeita de invasão de terras produtivas de dendê e por atentar contra povos indígenas e quilombolas. A prisão ocorreu em sua residência.
A operação contou com o apoio da Polícia Civil do Pará, mas não foram fornecidos detalhes específicos sobre a colaboração.
Os crimes sob investigação incluem tentativa de homicídio, associação criminosa, formação de milícia privada, posse ilegal de arma de fogo, entre outros, segundo a PF.
Com informações do ac24horas.





