A Justiça do Acre negou o pedido de habeas corpus ao policial civil João Rodolfo da Cunha Souza, acusado de injúria e ameaça contra o promotor da Vara de Execuções Penais, Tales Tranin.
Com a negativa da liminar, a defesa aguarda agora o julgamento do mérito do habeas corpus, que será analisado pelos três desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre. Paralelamente, a juíza da 1ª Vara Criminal deve agendar ainda este mês a audiência de instrução e julgamento do caso.





