A Secretaria de Defesa do Consumidor (Senacon) avaliou que as justificativas dos postos de combustíveis para um aumento do preço da gasolina em 1º de janeiro, após a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente da República, não foram satisfatórias. Processos administrativos para apurar o caso foram abertos.
Wadih Damous explicou que as informações iniciais são de que os postos suspenderam o aumento ainda no início do mês, quando foram notificados. No entanto, o secretário do Consumidor disse que solicitou uma planilha com as informações detalhadas dos cerca de 40 mil postos do país.
Contexto
Durante a transição do governo federal, a equipe econômica de Lula cogitou revogar a desoneração dos combustíveis, o que aumentaria o preço da gasolina. No entanto, a gestão petista decidiu não fazer isso em um primeiro momento.
Após tomar posse, Lula assinou uma medida provisória que manteve a desoneração sobre a gasolina e o diesel. Mesmo assim, alguns postos aumentaram os preços. No Distrito Federal, por exemplo, a gasolina subiu e chegou a R$ 6,30 no primeiro dia de 2023.
Por Metrópoles




