
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), conhecido por sua aliança com o ex-presidente Jair Bolsonaro e por se posicionar como defensor da família e dos bons costumes, vetou um Projeto de Lei (PL) que proibia a nomeação de pessoas condenadas por violência doméstica, familiar ou sexual para cargos públicos no município. A decisão, confirmada pela Secretaria de Comunicação da prefeitura, gerou controvérsia e indignação.
Para a vereadora Elzinha Mendonça, o veto representa um retrocesso: “Estamos falando de uma questão de moralidade administrativa e respeito às mulheres. A decisão do prefeito desconsidera os impactos sociais e a mensagem que a administração pública transmite ao tolerar condenados em cargos de confiança.”
Agora, cabe aos vereadores decidir se mantêm o veto ou derrubam a decisão de Bocalom. Caso o veto seja derrubado, o PL será promulgado, reforçando a luta contra a impunidade e em defesa das vítimas de violência.



