Entre os principais motivos para a prorrogação, o decreto destaca a superlotação das Unidades de Referência em Atenção Primária (URAPs), o que, segundo o documento, compromete o acesso da população aos serviços de saúde e amplia o risco de transmissão comunitária.
“Fica prorrogada, por mais 90 (noventa) dias, a situação anormal caracterizada como emergência em saúde pública no Município de Rio Branco, em razão do aumento expressivo de casos de síndromes febris ocasionadas por arboviroses e do aumento da demanda por atendimentos nas unidades de saúde municipais”, diz o texto oficial, com base no artigo 8º do Decreto nº 370, de 23 de janeiro de 2025.





