A puérperas no Acre não se vacinaram contra a gripe em níveis considerados preocupantes, segundo o mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). Os dados mostram que esse grupo registrou a menor cobertura vacinal entre todos os públicos prioritários da campanha contra a influenza.
De acordo com o levantamento, apenas 2,6% das puérperas receberam a vacina em todo o estado, percentual muito distante da meta de 90% estabelecida pelo Ministério da Saúde. O cenário preocupa especialistas porque a imunização das mães no período pós-parto também ajuda a proteger os recém-nascidos nos primeiros meses de vida.
Segundo a Sesacre, aumentar a adesão à vacinação é uma das principais estratégias para reduzir casos graves de influenza, internações e complicações provocadas por vírus respiratórios, especialmente durante o período de maior circulação dessas doenças.




