O mercado de trabalho acreano apresenta um cenário desafiador com alto índice de ocupações sem proteção trabalhista. A informalidade no Acre atinge 147 mil pessoas no segundo trimestre de 2026, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última sexta-feira (14).
O contingente de trabalhadores informais — que engloba aqueles sem carteira assinada, autônomos sem CNPJ, trabalhadores domésticos sem registro e auxiliares familiares não remunerados — reflete a dificuldade de inserção no mercado formal de trabalho no estado.

