O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) usou as gestões de Palmeiras e Flamengo para explicar como pretende gerir a dívida pública do Brasil, caso seja eleito.
Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles
Frequência de envio: Diário
7 imagens1 de 7
Renan Santos
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto2 de 7
Candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 7
Candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão)
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 7
Renan Santos, candidato à Presidência da República
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto5 de 7VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto6 de 7VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto7 de 7VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
“As medidas que o Palmeiras e o Flamengo adotaram para se salvar da falência devem ser aplicadas pelo Brasil para o país sobreviver. Já já tem jogo do Palmeiras para o pessoal assistir, continuem na Globo acompanhando. Quem não adotou essas medidas, como São Paulo, Corinthians e outros times, quebrou. O Brasil está administrando suas contas públicas exatamente como os grandes clubes que não fizeram ajustes”, afirmou Renan.
Ao ser questionado sobre os planos do governo para a segurança pública, Renan citou medidas do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como exemplo para o Brasil, e defendeu que “o sangue que tem que jorrar é do bandido”.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por José Augusto Limão.




